Tuesday, April 27, 2010

Texto 20 - Capítulo XIV – Dos estereótipos

É tarefa árdua quebrar um estereótipo. Tal como para alteramos o fluxo de um rio, é necessário intervir na essência de diversos outros fatores. Sendo assim, é mais prudente que não deixemos que ele seja construído. É um Top of Mind involuntário: Qual de seus amigos é o mulherengo? E o muquirana? O falso? Fofoqueira?

E por mais incrível que pareça, as palavras vencem a queda de braço contra as atitudes. Mais importante que o modus operandi, é o impacto causado por tal. Ora por mim, ora pelos outros.

Evite ser rotulado. Se positivamente, uma armadilha para o ego que poderá fazer-lhe tropeçar nas próprias pernas. Se negativemente, é o surgimento de cascalhos pontiagudos no teu caminho. Você está descalço. Não esqueça. Não coloque pedras no teu próprio caminho. Não plante flores na estrada se não queres que ela seja vista e almejada pelo inimigo.

Quebrar um estereótipo é como construir uma casa. Tijolo sobre tijolo. Sem garantias que o lobo mau não decida assoprar, assoprar, assoprar, até que tudo desmorone. Nem que o caçador realmente apareça.

Se tarde demais, seja forte e coerente. Autoconfiante. Para fazer com que as suas ideias sejam compradas, é preciso, primeiramente, vendê-las a si mesmo. Não caia nas armadilhas da vaidade, da preguiça e da luxúria.

Quem você quer ser? A escolha é sua. O resultado, nem sempre.

1 comments:

Sandre said...

to na tua cola! ahhahaha.
curti esse texto leandro.
abraço.